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Oporto Guides / Blogue

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Eventos, experiências, ideias, caminhos e outros segredos para viver intensamente a sua viagem a Portugal!

29 Mai

A carta dos vinhos durienses

A região demarcada do Douro produz uma gama diversa de vinhos. A produção vinícola confundiu-se, em grande parte, nos últimos três séculos, com a produção do vinho do Porto. Felizmente, este panorama alterou-se substancialmente nas últimas três décadas. Assim, os vinhos de mesa, que nunca deixaram de se produzir, assumiram, finalmente, o merecido lugar de destaque nos mercados nacional e internacional. Há hoje vinhos de mesa tintos que facilmente figuram no topo das mais severas classificações do mundo.

29 Jun

Os vinhos da Região Demarcada do Douro – o vale de Ouro.

O vinho é a única obra de arte que se pode beber.
Robert Louis Stevenson

Um bom vinho é muito mais do que aquilo que se bebe e se esquece. Ao abrirmos uma garrafa dos vários tipos de vinhos desta região podemos provar, sob a forma líquida, a emoção e o espanto que a paisagem concede. Disse o escritor Jaime Cortesão que o Douro é um “jardim suspenso” e podemos reencontrá-lo guardado, prolongado, numa garrafa.

Ao olharmos o jardim paisagístico duriense sentimos perfumes, apreciamos cores, vemos estilos, encontramos beleza e complexidade. Os vinhos do Douro são o reflexo dessa qualidade da paisagem: grandiosidade nos vinhos do Porto, classe nos vinhos rosados, magnanimidade nos vinhos espumantes, leveza, aromal e frescura nos vinhos brancos, sabor, cor intensa, macieza, forte aroma nos vinhos tintos. Os vinhos do Douro são, assim, um jardim engarrafado que podemos levar e degustar em todos os momentos e partilhar com os nossos amigos. Ao abrirmos uma garrafa dos vinhos do Douro abrimos autênticas guloseimas líquidas, o empurrão que, ao dilatar os sentidos, nos faz manter a acuidade das sensações e da elegância porquanto os vinhos deixaram de ser coisa de beberrões e passaram a ser um produto de civilização e disciplina de meditação sendo, por isso, um produto virtuoso.

20 Jun

Portugal – 1º país europeu com o selo “Safe Travels”

Portugal é o 1º país da Europa a obter o selo “Safe Travels”, que reconhece o cumprimento dos requisitos de segurança para todos.

Este selo, atribuído pelo WTTC (World Travel & Tourism Council) permite ao viajantes reconhecer países e negócios ligados ao turismo (agências de viagem, empreendimentos turísticos, restaurantes, entre outros) que adoptaram na sua actividade todos os procedimentos e boas práticas de higiene para proteger a sua saúde!

A OPORTO GUIDES tem a satisfação de ostentar o selo “Safe Travels”.
Viaje connosco em segurança !

25 Abr

Castelo de Guimarães – onde nasceu Portugal!

A fundação de Portugal está intimamente ligada a Guimarães e ao seu castelo. A sua construção é, no entanto, anterior à criação do reino. Foi mandado edificar, em meados do século X, pela condessa Mumadona Dias, com o objetivo de proteger o mosteiro de Santa Maria contra as invasões normandas e muçulmanas, muito comuns naquela época.

No século XI, o conde D.Henrique e D. Teresa de Leão, estabeleceram-se em Guimarães, remodelando e ampliando a fortificação. Aqui terá nascido D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal. Mais tarde (século XIII), já no reinado de D. Afonso III e D. Dinis, novas e importantes alterações foram feitas no castelo, acrescentando os 8 torreões e a torre de menagem.

Um dos episódios mais emblemáticos associados ao castelo é o cerco efectuado por Afonso VII de Leão e Castela, em 1127, a quem Afonso Henriques recusava prestar vassalagem. Em grande número, os castelhanos tinham a vitória como inevitável. Mas Afonso Henriques tardava a ceder. Secretamente, Egas Moniz, aio de Afonso Henriques, decide então pedir a Afonso VII o levantamento do cerco. Sobre palavra de honra, promete a vassalagem do seu amo ao rei de Castela que aceitou, abandonando o local. Ao tomar conhecimento, Afonso Henriques rejeitou as condições que o seu aio tinha proposto. Incapaz de honrar a sua palavra, Egas Moniz entregou-se voluntariamente ao rei de Castela, oferecendo a sua vida e a de toda a sua família em troca da palavra não cumprida.

Venha connosco conhecer este e outros castelos de Portugal!

11 Abr

Castelo de Chaves – Histórias de bravura e coragem

Situado numa zona de fronteira, o castelo de Chaves foi palco de muitas e decisivas batalhas. Foi edificado no século IX, ainda antes da fundação de Portugal, em época de reconquista cristã, e reconstruído nos reinados de D. Afonso III e D. Dinis. Este rei concluiu a torre de menagem que, ainda hoje, domina imponente sobre a bonita cidade de Chaves.

No reinado de D. Afonso Henriques o castelo foi conquistado e integrado em Portugal, tendo voltado para a posse dos castelhanos cerca de 80 anos mais tarde. Foram precisos mais 10 anos para Portugal o reaver.

Um dos momentos mais marcantes desta fortificação medieval foi a tomada do castelo por D. João I. Na sequência da crise dinástica de 1383-85, o alcaide flaviense, que tinha jurado lealdade ao rei de Castela, recusou-se a entregar o castelo ao rei de Portugal. Após vários meses de cerco e de combates, quando as forças e os mantimentos já eram escassos, o alcaide Martim Gonçalves de Ataíde acabou por aceitar a rendição. No entanto, só o fez depois de lhe ser permitido ir até Zamora pedir ao rei de Castela que o desobrigasse do compromisso de honra que tinha assumido. E como garantia deixou o seu próprio filho nas mãos de D.João I.

Venha connosco conhecer este e outros castelos de Portugal!

8 Abr

Castelo de Lanhoso – à sua espera há mais de 1000 anos!

Entrada do Castelo de Lanhoso

Edificado no alto de um impressionante penhasco, o castelo de Lanhoso é um dos mais lendários castelos nacionais. Do cimo deste monólito granítico, a vista sobre as serras e os vales circundantes é fantástica!

Construído ainda antes da fundação de Portugal, foi refúgio de Dona Teresa, mãe de Dom Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, durante o conflito com a sua irmã Dona Urraca, em 1120. Até aos finais do século XIII, foi um dos mais importantes castelos do reino. Durante esse século as suas muralhas foram testemunho de uma tragédia amorosa envolvendo o seu alcaide, Dom Rodrigo Gonçalves de Palmeira, a mulher e um frade do convento de Santa Maria do Bouro. Estando fora há alguns dias em combates, o alcaide foi informado da traição de sua mulher com um frade! Furioso, voltou imediatamente ao castelo, chegando durante a noite. Aí terá confirmado com os seus próprios olhos a traição. Cego pelos ciúmes, fechou o castelo e “pegou fogo pelos quatro ângulos, assando a esposa, o frade, os criados, as bestas, tudo, criminosos e inocentes”*.

Venha connosco conhecer este e outros castelos de Portugal!

*Em Demónio de Ouro de Camilo Castelo Branco

30 Nov

Portugal – melhor destino do planeta pelo 3º ano!

Depois de, no passado mês de Junho, Portugal ter sido eleito, pela World Travel Awards (WTA), como o melhor destino europeu, agora esta mesma organização elegeu Portugal como o melhor destino turístico do planeta! Este galardão é atribuído pelo 3º ano consecutivo a Portugal!

No total, foram atribuídos a Portugal 13 “óscares do turismo” designação dada aos prémios promovidos pela WTA. Entre eles destacam-se os atribuídos a Lisboa (melhor destino para city breaks) e aos passadiços do Paiva (melhor atracção turística no segmento aventura). Diversas infraestruturas turísticas foram igualmente premiadas.

Não espera mais! Venha connosco conhecer PORTUGAL! Um país fascinante e surpreendente!

Veja os nossos programas! Molde-os aos seus sonhos!

23 Ago

Passeio aos Passadiços do Sistelo

A Oportoguides organizou, no passado dia 15/8, um passeio aos passadiços do Sistelo. Veja as fotos no nosso facebook ou no instagram!

A caminhada nos passadiços do Sistelo, parte integrante da Ecovia do Vez (classificada com reserva mundial da biosfera pela UNESCO), percorre pouco mais de 10 quilómetros, ao longo do rio Vez, até chegar ao Tibete português! Sim, o Sistelo é conhecido por Tibete português! Este nome tem origem na sua paisagem em socalcos verdes, considerada como monumento nacional, enquanto paisagem cultural. Estes socalcos são terraços feitos pelo Homem para aumentar a superfície agrícola numa região muito íngreme.

Grupo do passeio aos passadiços do Sistelo (Agosto19)

Ao longo de todo o trilho podemos usufruir do contacto com a natureza, nomeadamente das águas do rio Vez, as suas quedas de água e piscinas naturais. Uma paisagem fantástica!

Piscina natural no rio Vez

Venha connosco conhecer os Passadiços do Sistelo! Desenhamos o programa à sua medida! Contacte-nos!

31 Jul

Green Flag Awards para 3 espaços verdes do Porto

O jardim botânico , o jardim do Passeio Alegre e o parque da cidade, foram distinguidos com a Green Flag um reconhecimento atribuído pelo governo britânico em conjunto com a organização Keep Britain Tidy.

Esta distinção resulta, não só da qualidade dos 3 espaços, mas também do cumprimento de padrãos internacionais de gestão e manutenção dos parques e jardins galardoados. Refira-se que é a primeira vez que espaços verdes em Portugal recebem esta distinção.

O jardim romântico do Passeio Alegre, construído nos finais do século XIX, alberga vários elementos arquitectónicos classificados, como é o caso do chafariz em granito situado na parte oeste ou dos 2 obeliscos de Nicolau Nasoni, colocados no lado este do jardim. O jardim tem ainda o maior número de árvores classificadas como de interesse público na cidade do Porto.

O parque da cidade, com cerca de 83 hectares e mais de 10km de caminhos, é o maior parque urbano do país. Foi projetado pelo arquiteto paisagista Sidónio Pardal, tendo sido inaugurado em 1993. Em 2002, foi finalizada a sua ampliação. As áreas verdes espalham-se por vários campos panorâmicos que se estendem até ao oceano atlântico, proporcionando uma ligação entre a cidade e o mar que torna este parque incomum e de uma enorme beleza e atractividade.

O jardim botânico do Porto tem cerca de 4 hectares divididos por 3 patamares distintos. O primeiro onde se encontram os jardins da casa Andresen, onde viveu Sophia de Mello Breyner Andresen. No segundo patamar, podemos visitar o jardim de plantas xerófitas, a estufa de catos, a estufa tropical e a estufa de orquídeas. No terceiro patamar localiza-se o a coleções de coníferas, plantas autóctones, o fetário e o maior lago do Jardim. É importante destacar que, já no decorrer de 2019, o jardim botânico foi distinguido com o International Architecture Award , na categoria de “parques e jardins”. O jurí destacou o trabalho de reabilitação do jardim botânico, incluindo as obras realizadas na Casa Andresen para albergar a galeria da biodiversidade, na Casa Salabert e a sua conversão a um E-learning café da Universidade do Porto, e nas estufas Koepp.

São apenas mais 3 razões para visitar o Porto!